1:08Pastor

Publicado ontem no blog do jornalista José Pedriali (http://josepedriali.blogspot.com):

Estou emocionado
Fiquei emocionado – tanto, que ainda não me recuperei – com o brilhante título da “Folha de Londrina” de hoje, na página 4 de Cidades:

“Corpo de pastor morto é enterrado em Londrina”.

Ainda bem que não estão enterrando pastores vivos…
 

 
1 comentários:

Anônimo disse…

    A Folha de Londrina vive um de seus piores momentos. Aliás, a bem da verdade, o seu pior momento. Sectária, parcial, pobre, engajada, preconceituosa, pequena, miúda, mal feita, ruim.
    Vejam o episódio eleitoral recente, quando apoiaram o candidato tucano e, tendo uma pesquisa de intenção de votos encomendada pelo próprio jornal à Vox Populi impedida pelo candidato Luiz Carlos Hauly na Justiça Eleitoral, não só não publicaram o fato como – quando forçados por José Eduardo, aos berros, do exterior onde se encontrava – noticiaram a proibição sem especificar quem era o autor da proeza censória…
    Dia desses, Barbosa Neto anunciou secretários, aliás de muito bom nível, e a chegada de uma nova empresa aérea, a competitiva e moderna Azul. Na primeira página, onde fofocas de TV e futilidades mundanas disputavam espaço, nenhuma linha. Dentro, uma cobertura miserável, indigente, ressentida pela vitória de Barbosa e pela derrota de Hauly, o candidato da redação.
    Nada surpreende na ex-Folha de Londrina que, acreditem, já foi um dos bons jornais do país.

5 ideias sobre “Pastor

  1. Pedro Manella

    Comentário, também publicado no blog do José Pedriali acerca da manchete da Folha de Londrina. Vale pela clareza e verdade nela contidas:

    “A Folha de Londrina vive um de seus piores momentos. Aliás, a bem da verdade, o seu pior momento. Sectária, parcial, pobre, engajada, preconceituosa, pequena, miúda, mal feita, ruim.
    Vejam o episódio eleitoral recente, quando apoiaram o candidato tucano e, tendo uma pesquisa de intenção de votos encomendada pelo próprio jornal à Vox Populi impedido pelo candidato Luiz Carlos Hauly na Justiça Eleitoral, não só não publicaram o fato como – quando forçados por José Eduardo, aos berros, do exterior onde se encontrava – noticiaram a proibição sem especificar quem era o autor da proeza censória…
    Dia desses, Barbosa Neto anunciou secretários, aliás de bom nível, e a chegada de uma nova empresa aérea, a competitiva e moderna Azul. Na primeira página, onde fofocas de TV e futilidades mundanas disputavam espaço, nem uma linha. Dentro, uma cobertura miserável, indigente, ressentida pela vitória de Barbosa e pela derrota de Hauly, o candidato da redação.
    Nada surpreende na ex-Folha de Londrina que, acreditem, já foi um dos bons jornais do país.”

  2. zero

    Que pitoresco a Folha ter apoiado o Hauly, ela que é historicamente belinatista. Em 96, Hauly chegou a entrar na Justiça para garantir o mesmo espaço no jornal.
    Mas a verdade é que a Folha se tornou, mesmo, uma publicação indigente. As capas são a maior prova disso: manchetes medíocres, aproveitamento péssimo do espaço, cheio de vãos brancos e textos mal-escritos. Uma pobreza de dar dó. O JL é hoje, disparadamente, o melhor jornal de Londrina.

  3. Mais que nada

    Sabe quem Zé Eduardo apoiou: Barbosa Neto. Tudo contra os tucanos que quebraram o Bamerindus, diz até hoje, o Sadim das Araucárias. Justo ele que era ministro poderoso do FHC. Vai saber.

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