15:06Fogo no chão, Burko no ar

História do Caratuva: “Na terça-feira, quando 70 bombeiros e mais 15 voluntários trabalhavam arduamente para combater as chamas no Caratuva, algo totalmente inacreditável aconteceu. Somente um helicóptero levava água até o cume do morro. Em seguida, essa água era distribuída entre os bombeiros e voluntários montanha abaixo. No final da tarde, o helicóptero que levava água para os guerreiros apagarem o fogo teve que trocar de função. O presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Vitor Hugo Burko, requisitou a aeronave para fazer um sobrevôo no local. Portanto, enquanto o fogo consumia a vegetação rasteira, não havia água para apagá-lo porque o presidente do IAP vendo a paisagem lá de cima. No meio do inferno, todos os colaboradores ficaram reclamando da falta de água. E o outro lá, no “bem bão”, curtindo o visual do local e só dando uma olhada o tamanho do estrago”.

Uma ideia sobre “Fogo no chão, Burko no ar

  1. Rosa

    A providencia dele foi deixar sua reputação mais bem passada que os morros em questão. Não haverá bombeiro nem agua que apague ou lave sua moral, torrada depois dessa.
    rosa

  2. Gabriel

    Qual a solução? Eu digo: Confiar nos profissionais que estavam sobrevoando a área, e a partir daí, em conjunto com os bombeiros e voluntários, traçar estratégias para o combate ao fogo.
    A única coisa que o IAP e a SEMA fazem nessas situações é dar entrevista. Não há aplicabilidade prática para o sobrevôo feito pelo cehfaão do IAP.
    Todas as estratégias nesses casos são traçadas pelos bombeiros, polícia ambiental e voluntários.

    Palavra de quem já esteve lá…

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